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Culturas de cobertura: solo protegido, manejo fortalecido
As culturas de cobertura desempenham papel estratégico nos sistemas agrícolas e no manejo integrado de plantas daninhas. Além de auxiliarem na manutenção do solo, as culturas de cobertura reduzem a disponibilidade de espaço e luz para a germinação e desenvolvimento de plantas daninhas, com isso há diminuição da produção e disseminação de sementes na área. A formação de palhada também auxilia na redução do banco de sementes ao restringir a produção e a disseminação se semente
há 2 dias


Desafio do pousio: o manejo não pode parar na entressafra
O pousio é o período em que a área agrícola permanece sem o cultivo de uma cultura de interesse econômico entre uma safra e outra. Embora seja uma prática comum nos sistemas produtivos, esse intervalo traz problemas no manejo de plantas daninhas. A falta de cobertura vegetal favorece a germinação e desenvolvimento de plantas daninhas. Muitas sementes permanecem em dormência no solo e, em condições favoráveis e sem competição com outras culturas, encontram ambiente ideal para
17 de jun.


Sementes certificadas: o primeiro passo no manejo de plantas daninhas
O uso de sementes certificadas é uma medida fundamental para prevenir a introdução e a disseminação de plantas daninhas nas áreas agrícolas. Além de garantir qualidade genética e alto potencial de germinação, sementes certificadas passam por rigorosos processos de controle e beneficiamento, reduzindo significativamente o risco de contaminação por sementes de plantas daninhas. A utilização de sementes de sementes sem origem comprovada pode favorecer a introdução de novas espéc
10 de jun.


Preparação para o plantio do trigo
A preparação para o plantio do trigo é uma etapa estratégica para garantir produtividade, sustentabilidade e eficiência no manejo da lavoura. Antes da semeadura, é fundamental monitorar a área, planejar a dessecação e adotar práticas que reduzam a pressão de seleção de plantas daninhas resistentes, como o uso de culturas de cobertura e a aplicação de herbicidas pré-emergentes. Além da escolha de cultivares adaptadas à região e do respeito ao zoneamento agrícola, o produtor de
3 de jun.


Mecanismos de Resistência: Amplificação gênica
A amplificação gênica é um mecanismo de resistência relacionado ao sítio de ação que vai além das mutações tradicionais. Nesse processo, a planta produz múltiplas cópias do gene responsável pela codificação da enzima alvo do herbicida, resultando na superexpressão dessa enzima. Na prática, a resistência ligada ao local de ação não depende apenas de mutações, mas também da capacidade da planta de “multiplicar” seu alvo. Isso significa que a dose aplicada não é suficiente para
27 de mai.


Fatores que aumentam o risco de resistência em plantas daninhas
A seleção da resistência em plantas daninhas está diretamente ligada às suas características bioecológicas. Espécies com ciclo de vida curto, alta produção de sementes, múltiplas gerações por ano, baixa dormência e grande variabilidade genética apresentam maior potencial de selecionar biótipos resistentes. A densidade populacional é outro fator crítico: quanto maior o número de plantas, maior a probabilidade de existência natural de indivíduos resistentes. Por outro lado, car
20 de mai.


Leiteiro, presença que não pode ser ignorada
O leiteiro (Euphorbia heterophylla) é uma das plantas daninhas mais desafiadoras nas lavouras brasileiras, com elevada capacidade de adaptação e histórico de resistência. No Brasil, já foram registrados biótipos resistentes aos herbicidas dos grupos: • Inibidores da ALS - Grupo 2 (B) • Inibidores da EPSPs - Grupo 9 (G) • Inibidores da PROTOX - Grupo 14 (E) Esse cenário exige atenção ao uso repetido de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação, visto que essa prática pode favor
13 de mai.


Manejo Reativo e Manejo Proativo
O manejo reativo ainda é comum no campo: utiliza-se o herbicida até a perda de eficiência e, então, substitui-se por outra solução. Embora prático no curto prazo, esse modelo aumenta o risco de resistência e pode elevar significativamente os custos de controle ao longo do tempo. Já o manejo proativo busca preservar a eficácia das ferramentas disponíveis. A adoção de rotação de culturas, alternância de mecanismos de ação, controle mecânico e práticas de manejo integrado contri
6 de mai.
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